São tantos e nenhum
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Camada fina de metal sobre o espelho, transpiração, inversões, excessos, pequenos descontroles, incontinência existencial.
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Todo dia é o mesmo dia
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É nesse contexto histórico-filosófico que surge o alemão Richard Wagner (1801-1883), considerado um dos maiores compositores de todos os tempos. Sua produção, com efeito, foi fruto da sucumbência de um mundo dominado pelo poder a um outro, de amor e beleza, refletido e propagado pelo que ele denominou arte total. Tal concepção repudiava a visão iluminista de mundo e tampouco era uma re-significação de um modelo divino de representação da realidade. O que Wagner buscou durante toda a vida foi aliar razão e imaginação para instrumentalizar uma construção mítica da linguagem e por intermédio dela abrir canais de libertação das algemas iluministas. A comunhão transcendente pela arte total engloba uma mitologia a serviço das idéias, encaradas aqui como fagulhas de rompimento com um silêncio cósmico que atormenta o homem fechado em sua consciência. Marcadores: Armas de fogo, Diálogos, Histórias e invenções, Impressões
- Alô
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