segunda-feira, dezembro 24, 2007

Recesso luxurinho

Queridos leitores,

Este ano foi positivo. Na Revista Corsário, foram publicados o conto Pé de Cana e Canapé e o poema A Invenção de uma Ebulição. Na Malagueta, o conto Mudubim e a Lata Preta, além de três poemas. Fim de ano veio a notícia da premiação no I Concurso Nacional de Poesia da FATEC-SP e da exibição do meu vídeo Entrequadras no Cineclube da FATEC e na TV universitária de lá. Para o próximo ano, muitas surpresas se assanham.

Isso sem falar do Mercúrio e Luxúria, que para mim é uma espécie de laboratório, lugar onde posso propor uma escrita torta, deslizante; uma força descompromissada, com arranjos improvisados, cenas e desmontes. Aqui, tanto pode a seriedade, o absurdo, a tolice, futilidade, bom humor, profundidade, generosidade, descrença, indiferença, chatice, ternura, amor, bastante amor... Enfim, a tal da expressão de uma incontinência existencial, metaforizada pelo casal que dá título ao blog.

Para os que vêm aqui, a minha gratidão, um bom Natal e um 2008 repleto de realizações. Volto a publicar neste espaço depois do dia 06/01.

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sábado, setembro 08, 2007

Revista Malagueta


Hoje o post é pimenta e a ardência é coletiva. Clica nesta imagem aí em cima e vai lá ver como é bom e vermelho. Aproveita também para bater uma bola com o pessoal da Copa de Literatura Brasileira. Eu estou lá, no meio da sexta edição temperada por gente que cozinha bem à beça. O banquete é pra ti também, o banquete é pra ti também, o banquete é pra ti também!

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segunda-feira, janeiro 08, 2007

Revista Corsário

Pessoas queridas que transitam por aqui,

a revista Corsário publicou um poema meu chamado A Invenção de uma Ebulição. Tem uma galera boa na revista - Mardônio França (que é o editor), Demetrius Galvão, Ylo Barroso, Ayla Andrade, Mirella Adriano, Ítalo Rodrigues e muitos outros. Vale a pena conferir. O endereço é www.corsario.art.br. A poesia os abraça e eu também.

Felicidade a todos.

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sábado, novembro 18, 2006

Licença Poética

Quando teus olhos absortos na espera
de vidros mais reais que a transparência, quando
pousar e repousar um novo e claro isso
sobre ela pedra,
já somaremos corpo e luz e, divididos,
água.

Quando, diremos três palavras. Tantas.
Não será pouco
o
que negaremos, lento sobre o lento,
mas já a mão é sábia e já um canário
imita o simples, sendo mais inteiro.

Gratidão é o meu nome, diz a fala. E
pouco a pouco pertencemos
ao segredo
que se derrama em mim e faz morrer
o que for pouco:
pede licença para ser pássaro.

O poema é de Rubens Rodrigues Torres Filho, poeta de Botucatu.

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